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27 de agosto de 2018

Elevação no preço da energia elétrica influencia índices de preços


FecomercioSP recomenda que empresário use energia elétrica com moderação

O empresário precisa usar de forma racional a energia elétrica em seus estabelecimentos porque a elevação nos preços desse serviço pode afetar a estrutura de custos de operação do estabelecimento.

O varejo, por exemplo, usa de forma intensiva esse bem para iluminação, refrigeração e aquecimento de ambientes, e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) alerta que um mau gerenciamento desse tipo de gasto influi nas margens de lucro.

O consumidor residencial também sente o impacto nos preços desse serviço: entre agosto de 2017 e julho de 2018, as tarifas de energia elétrica subiram 15,89% em média na região metropolitana de São Paulo, segundo apontou o Índice de Preços de Serviços (IPS), que integra a pesquisa Custo de Vida por Classe Social (CVCS), divulgada mensalmente pela Entidade.

No comparativo mensal, o IPS mais que dobrou ao registrar variação positiva de 1,82% em julho, ante a alta de 0,69%, verificada em junho. A principal contribuição de alta foi do segmento de transporte, com aumento de 4,97% em seus preços médios – com destaque para os segmentos de passagem aérea (45,77%), ônibus interestadual (8,62%), pedágio (2,15%) e lubrificação e lavagem (1,21%). O segmento de habitação se manteve em trajetória de alta, encerrando julho com variação positiva de 2,8%, e foi a principal contribuição de alta no CVCS no mês.

Em contrapartida, o Índice de Preços no Varejo (IPV) – outro subíndice do CVCS – desacelerou de forma significativa ao passar de uma alta de 1,24% para os -0,12% em julho. Cinco dos oito segmentos que compõem o IPV registraram variação negativa: transporte (-1,11%); vestuário (-1,4%); saúde e cuidados pessoais (-0,51%); despesas pessoais (-0,09%); e educação (-0,02%). Confira a matéria completa aqui.

 

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